sábado, 1 de agosto de 2009

O barbeiro de Brasília



“O blogue desabusado publica um romance novo e promissor (ou pelo menos é o que o autor, um rematado maluco, acredita).”

Com essas palavras enviadas por email, o jornalista, professor, escritor, galã, amigo, desabusado e, claro, “rematado maluco”, Paulo Paniago convida a acompanhar o segundo romance que está escrevendo. O primeiro, “Nervo da vida”, está nas mãos da editora.

Segundo Paniago, o “blogue publica um romance em andamento, ainda sem título, escrito em capítulos sintéticos. Comentários são bem-vindos. Dos 160 capítulos previstos, a ideia é publicar cerca de 150, deixar os leitores em suspense que só será resolvido com a publicação do livro, caso ela exista.”

É, ele é um sacana. Mas, pelo menos, é sincero. Os últimos dez capítulos, baby, só comprando o livro no futuro.

Paniago me honrou ao me acusar de ser “um leitor pra lá de agudo, atento aos detalhes, aos mínimos” e estou esperando com ansiedade igualmente aguda, a publicação de cada novo capítulo. Foram quatro até agora, mais o prefácio.

Se você não entendeu o título deste post, te adianto que Paniago vive em Brasília. Para saber o porquê do barbeiro, que não é o de Sevilha, vá lá em

http://desabusado.blogspot.com/

E aproveite, porque é ótima literatura.

2 comentários:

Paulo Paniago disse...

quer me matar do coração, ó leandro? bem, meu chapa, chegou perto.

agradecer com palavras não dá. te ofereço uma barba gratuita quando aportar por estes lados para matar a saudade da terra vermelha e dos amigos. só não garanto a eficácia porque a emoção de rever um velho camarada pode fazer a lâmina tremer mais que o necessário.

Ciça Calvoso disse...

Meu querido... Olha a indecência aqui nesse blog de família... rsrs

Fui lá no livro-blog. Ousada proposta , bem típica do cara, de humor ácido e sagacidade ímpar.

Falar em Paniago me fez lembrar a "minha época" de faculdade, de quando me apresentou literários como Talease e Capote, e os cartoons da audaciosa The New Yorker. Mesmo antes de ler o blog já dava para imaginar o que encontraria por lá.