Resultado da iniciativa: aumento de 66% no número de pessoas que preferiram usar a escada (ou escala) musical ao invés da escada rolante ao lado. Ou seja, preferiram a alegria à comodidade.
E você?
Alegria ou comodidade?
crônicas / cotidiano / ficção / humor /comportamento / ética / cultura pop / música / cinema / teatro / artes / poesia / literatura / viagens / fotografia / marketing / publicidade / comunicação / consumo / moda / futebol / política / e outras ondas
2 comentários:
Será interessante saber quanto tempo a mudança de comportamento vai durar. Provavelmente, quando a escada divertida deixar de ser novidade e já não proporcionar o mesmo nível de "alegria", as pessoas voltarão à comodidade da escada rolante. Ou seja, "The fun Theory" é furada.. ou pelo menos, não é sustentável a longo prazo.
Eu sou a favor da alegria. Sou capaz de achar mais legal a trilha do que a cachoeira, ou a praia que vêm como recompensa. Mudando um pouco de foco, isso me fez lembrar Brasília, que dizem não ter sido feita para andar a pé. Há controvérsias, claro. Eu acho agradabilíssimo andar a pé pelas superquadras. Porém, entendo as limitações e, nesse momento, gostaria que não fosse tombada. Brasília, para estimular as pessoas a abandonar um pouco a comodidade, devia ter ciclovias, passarelas mais seguras. As pessoas seriam menos sedentárias, poluiriam menos o ar com menos carros, além de liberarem o trânsito e as vagas, hoje escassas. The fun theory é falha, mas cumpre o papel de nos fazer refletir um pouco.
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