Mostrando postagens com marcador leonardo di caprio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leonardo di caprio. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de agosto de 2010

Original


Eu não devoraria Leonardo Di Caprio como um dia Caetano Veloso disse que faria. Mas admiro o trabalho do ator desde que, aos 19 anos, foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante interpretando um adolescente excepcional em “Gilbert Grape, o Aprendiz de Sonhos”. Isso foi bem antes de ele se tornar The King of The World na proa do “Titanic”.


Então, fui assistir a “A Origem” (“Inception”, no título original), o novo blockbuster em que ele atua. Resumindo toscamente, ele é um cara que entra no cérebro das pessoas durante os sonhos e rouba suas ideias. Só que desta vez, ao invés de extrair, ele tem que inserir uma ideia na cabeça do herdeiro de uma mega corporação.

E aí chegamos ao ponto. Não o final, mas o de partida. Sempre que assisto a filmes assim, fico tentando imaginar como funciona a cabeça do autor. Como é que surge a ideia de criar um roteiro cheio de nuances, em que as pessoas descem a quatro níveis dentro do subconsciente e em cada camada se travam lutas, conflitos e há revelações, habitantes, cenários, regras, mundos paralelos. Ufa, uma confusão do cacete. O que me fascina é como são os sujeitos e como eles criaram coisas malucas como, por exemplo, este “A Origem”, “Minority Report”, “Senhor dos Anéis”, “Matrix”, e outros tantos e tais. Enfim, quero saber a origem mesmo. Em vão.

Sobre o filme, endosso as palavras do jornalista Maurício Stycer (http://mauriciostycer.blog.uol.com.br/): “Não há o que entender ou deixar de entender em ‘A Origem’. É só diversão”. E, de fato, ele diverte.

Aliás, em relação à vida, também deveria ser assim, né não?