Paulo Paniago, escritor e blogueiro (vejam aatimo, desaforismos e desabusado no blogroll aí ao lado) contou que recentemente começou a fazer aulas de dança de salão. Logo na primeira aula, o professou o mandou conduzir a parceira.
Aulas de dança nos ensinam a ser homens.
Calma, feministas de plantão, mas eu acho que é do homem o papel de conduzir na pista de dança e em várias outras situações da vida. Não estou falando de homem mandão nem de mulher submissa. Estou apenas dizendo let a man be a man, and a woman be a woman. O que exatamente isso significa, é ajuste entre cada casal. Mas homem tem que saber tocar uma mulher, no equilíbrio entre virilidade e gentileza.
Outro grande amigo já fez dança de salão. Eu deveria, até para corrigir este molejo germânico que herdei. Esse meu amigo, G. (não confundir com o ponto homônimo), me surpreendeu quando disse que estava fazendo aulas de dança de salão e de culinária. É que, a princípio, essas atividades não combinavam com ele. Mas ele gostou tanto que, depois, fez extensão para sushiman.
E então ele me apresentou o conceito que havia criado e que revolucionou a minha vida: o de pegabilidade. Fazer dança de salão e de culinária aumentam o seu grau de pegabilidade. Grosso modo, o seu potencial para pegar mulher. Elas costumam gostar de homens que não pisam em seus pés e lhes servem um vinho enquanto preparam um jantar só para os dois.
Se você já é casado, matricule-se mesmo assim. Mulher precisa ser reconquistada diariamente.
ps .: a foto que ilustra este texto é a de uma cena antológica do filme Perfume de Mulher, em que Al Pacino dança um tango e demonstra como é que um homem faz para aumentar a sua pegabilidade.